Teto do SFH: R$ 2,25 milhões
O limite de valor do imóvel para financiar pelo Sistema Financeiro da Habitação subiu de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões. Mais imóveis passam a ter acesso às condições do SFH e ao uso do FGTS.
GUIA MY BROKER BH · FINANCIAMENTO
O que mudou nas regras, quanto você precisa de entrada, como usar o FGTS, SAC ou Price e o passo a passo até as chaves — com um simulador para você ter uma ideia da parcela.
Por My Broker BH · Atualizado em setembro de 2026
RESPOSTA RÁPIDA
Em 2026 o teto do SFH subiu para R$ 2,25 milhões, o que amplia o acesso a juros regulados e ao uso do FGTS. Em geral o banco financia até 80% do imóvel (entrada a partir de 20%), a primeira parcela fica limitada a cerca de 30% da renda e é preciso reservar dinheiro para ITBI, escritura e registro.
O limite de valor do imóvel para financiar pelo Sistema Financeiro da Habitação subiu de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões. Mais imóveis passam a ter acesso às condições do SFH e ao uso do FGTS.
Mudanças nas regras da poupança ampliaram os recursos para crédito imobiliário. A Caixa, por exemplo, voltou a financiar imóveis acima de R$ 2,25 milhões pelo SFI.
Em várias linhas, o banco financia até 80% do valor do imóvel. O percentual final depende do banco, do sistema de amortização e da sua análise de crédito.
Altere os valores e compare o sistema SAC com a tabela Price.
Valor financiado: R$ 640.000 em 360 parcelas
SAC
R$ 7.610
1ª parcela, caindo até R$ 1.794
Total de juros: R$ 1.052.672
Renda sugerida: R$ 25.366/mês
PRICE
R$ 6.063
parcela fixa (antes da correção)
Total de juros: R$ 1.542.838
Renda sugerida: R$ 20.211/mês
Simulação aproximada, sem seguros obrigatórios, taxas administrativas e correção pela TR. A renda sugerida considera parcela de até 30% da renda. As condições reais dependem do banco, da análise de crédito e da avaliação do imóvel — use o resultado apenas como referência.
| SFH | SFI | |
|---|---|---|
| Valor do imóvel | Até R$ 2,25 milhões (avaliação) | Acima de R$ 2,25 milhões ou fora das regras do SFH |
| Juros | Com teto regulado | Livremente negociados com o banco |
| Uso do FGTS | Permitido, cumpridos os requisitos | Em regra, não permitido |
| Tipo de imóvel | Residencial urbano | Residencial ou comercial |
A amortização é fixa, então a parcela começa mais alta e vai caindo. Você paga menos juros no total, mas precisa de mais renda no início para ser aprovado.
A parcela é igual do começo ao fim (antes da correção), o que facilita o planejamento e a aprovação. Em compensação, o total de juros pago costuma ser maior.
Some a entrada (em muitas linhas, a partir de 20% do valor) com os custos de ITBI, escritura e registro, que costumam somar alguns pontos percentuais do valor do imóvel. Confira também o saldo do FGTS.
Taxas, seguros e percentual financiado mudam de um banco para outro. Compare o CET (Custo Efetivo Total), não só a taxa de juros anunciada.
Com documentos pessoais e comprovantes de renda, o banco analisa quanto pode emprestar. Ter a carta de crédito antes de negociar dá mais força na hora da proposta.
Com o limite aprovado, fica mais fácil filtrar os imóveis que cabem no orçamento. O corretor ajuda a negociar preço e condições com o vendedor.
O banco envia um engenheiro para avaliar o imóvel e analisa a documentação do imóvel e do vendedor. O valor financiado é calculado sobre o menor valor entre o preço e a avaliação.
Com tudo aprovado, você assina o contrato, paga o ITBI e registra no cartório de imóveis. Depois do registro, o banco libera o dinheiro ao vendedor e você recebe as chaves.
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PERGUNTAS FREQUENTES
O teto do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) passou de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões de valor de avaliação do imóvel. Acima disso, o financiamento é feito pelo Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), com condições livremente negociadas com o banco.
Depende do banco, da linha de crédito e do sistema de amortização. Em várias linhas o banco financia até 80% do valor do imóvel, o que exige entrada de pelo menos 20%, mas o percentual final depende da análise de crédito e da avaliação do imóvel. Também é preciso reservar dinheiro para ITBI, registro e taxas.
Em geral, sim, para imóvel residencial enquadrado no SFH, desde que você cumpra os requisitos (como tempo de contribuição e não ter outro imóvel na mesma cidade). O FGTS pode ser usado na entrada, para amortizar o saldo ou para reduzir parcelas.
No SAC, a parcela começa mais alta e diminui ao longo do tempo, e o total de juros pago costuma ser menor. Na Price, as parcelas são mais estáveis, mas o total de juros tende a ser maior. O SAC exige mais renda no início; a Price facilita a aprovação para quem tem renda mais justa.
Os bancos costumam limitar a primeira parcela a cerca de 30% da renda bruta familiar comprovada, mas a regra exata varia por instituição.
Normalmente: RG e CPF, comprovante de estado civil, comprovante de residência, comprovantes de renda (holerites, declaração de IR ou extratos) e, depois, a documentação do imóvel e do vendedor, como matrícula atualizada e certidões.
Conteúdo informativo, atualizado em setembro de 2026. Regras, taxas e percentuais de financiamento variam entre bancos e podem mudar. Confirme as condições diretamente com a instituição financeira antes de fechar negócio.
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A equipe da My Broker BH ajuda a escolher o imóvel, negociar e acompanhar a aprovação do crédito até a entrega das chaves.
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